sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Quer ser a nova Gisele? Talvez seja possível

Veterano no mundo da moda, John Casablancas está de volta ao Brasil para fazer o que mais gosta: descobrir supermodelos. E, se depender do seu currículo, as aspirantes brasileiras à top model já podem comemorar. O fundador e ex-diretor da agência Elite atua há 32 anos na indústria fashion e foi responsável pelo aparecimento de nomes como Cindy Crawford, Claudia Schiffer, Naomi Campbell, Heidi Klum e Gisele Bündchen.

Depois de se unir à booker Liliana Gomes para criar a Joy Model Management - extensão brasileira da agência de modelos italiana Joy Milano - a mais recente iniciativa de John foi o anúncio, na manhã desta terça-feira, do concurso Beleza Mundial para o próximo ano.
Tenho ambição de encontrar novas supermodelos, como Heidi Klum e Gisele Bündchen, minhas duas últimas descobertas", se gaba Casablancas. De acordo com Liliana, diretora da Joy, o objetivo é apostar em carreiras promissoras, o que não tem acontecido com as tops de hoje que, após cinco ou seis meses de holofote, voltam para o anoniomato.
Beleza fora dos padrões
Quem espera para o concurso uma lista de concorrentes magérrimas ou de beleza exótica pode se surpreender com os novos critérios de escolha de John Casablancas. "Busco modelos com beleza clássica, que tenham mais chances de construir uma carreira segura. Nada de esqueléticas. Quero modelos saudáveis, que tenham as pernas tão grossas quanto os meus braços,", brinca.
Outra novidade será o processo de seleção das candidatas. O concurso estimula a participação de manicures e cabeleireiros como fadas-madrinhas. Qualquer garota - a partir dos 15 anos - que tenha o desejo de se inscrever deve, obrigatoriamente, ter sido indicada por um desses "especialistas". Ao todo, garantem John e Liliana, serão mais de 150 mil "olheiras" espalhadas pelo País, incluindo cidades do interior.
As incrições já estão abertas, mas até a próxima Gisele Bündchen ser conhecida na grande final, em agosto de 2009, as candidatas precisarão passar por algumas etapas. As 20 finalistas, por exemplo, sairão das edições regionais do Beleza Mundial que acontecerão, em maio e junho do próximo ano, em 13 capitais (Recife, Manaus, Fortaleza, Salvador, Brasília, Goiânia, Campo Grande, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre).
Além disso, todas as concorrentes irão participar de workshops sobre passarela, etiqueta e make-up, além de receber orientações psicológica, alimentar e de cuidados com o corpo e a saúde. "É dever da agência dar orientação e preparar as modelos", salienta Liliana.
A premiação não será direcionada apenas aos três primeiros lugares, mas também aos pais das vencedoras e às fadas-madrinhas (manicure ou cabeleireiro) que as indicaram. Os prêmios variam entre R$ 5 mil e R$ 7 mil reais - e mais um carro, para a profissional que a primeira colocada.
A supermodelo vencedora do Beleza Mundial irá ser premiada com um carro, um contrato internacional de três meses com a Joy em Milão e mais um contrato de dois anos com a Joy Model Management. Este último prêmio também será entregue para a segunda e terceira colocadas.

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